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O que beber?

Por: Equipe Mayra A.

Uma das dúvidas mais frequentes que escuto dos pais é sobre as bebidas vendidas no supermercado. Existem muitas opções… Suco natural, suco com açúcar, suco integral sem açúcar, néctar, bebida isotônica, chá, leite, água aromatizada, refrigerante, água de coco… O que afinal pode dar para as crianças?

A resposta é: com equilíbrio tudo pode!

Primeira coisa que eu gostaria de comentar é que a água infelizmente é pouquíssimo consumida pelas crianças e até pelos adultos. Por que não considerar mandar água no lanche, ou mesmo deixar a criança usar o bebedouro da escola? E no almoço? Por que não servir um prato balanceado com apenas água?

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E fruta? Por que será que os pequenos tem a maior dificuldade em comer frutas? Neste caso, será que os pais destes comem frutas?

Nada como ter uma fruteira cheia, perfumada e colorida a mão. Nossa sugestão é deixar as frutas sempre acessíveis, para que as crianças possam inclusive brincar, pois brincando se aprende.

Se as crianças tomassem mais água e comessem mais frutas provavelmente a indústria de sucos não teria tanto sucesso e este texto não faria sentido. Voltamos então ao velho discurso de educação alimentar e exemplo de hábitos saudáveis como solução de todos os problemas, o que seria hipócrita, considerando a rotina da nossa geração.

O que fazer então? Buscar o equilíbrio!

Tenha em mente que o ideal é beber água e comer frutas, orgânicas se possível. Água direto do coco também entra aqui, assim como o leite*.
Depois vem fazer um suco natural, chá natural ou água aromatizada em casa.
Depois comprar um suco natural pronto sem açúcar ou água de coco processada.
Depois o suco integral sem açúcar processado.
Por último vem os néctars, sucos e chás com açúcar, isotônicos e refrigerantes.

Já falamos aqui, que compartilhar refeições em família é a maneira mais poderosa de criar vínculos familiares, além de o único e mais forte fator apontado para atingir melhores notas e menos problemas de comportamento em crianças de todas as idades. Mais refeições em casa também geram menores índices de obesidade.

Perceba que mesmo os refrigerantes, últimos da lista, não precisam ser completamente proibidos. Uma coisa é incentivar o consumo, outra é banir completamente mesmo em situações festivas.
Lembrando que o maior legado que podemos deixar para nossos filhos é que compartilhar uma refeição em família é um PRAZER. Para isso, incentive o seu filho a ter uma alimentação saudável que permita alguns deslizes. Isso é humano 🙂

#porumageracaomaissaudavel #pequenosnacozinha

* Não estamos falando de crianças que ainda amamentam ou tem o leite como fonte exclusiva de alimentação.

Links relacionados:

Materia Folha de SP – 14/01/2015


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Gibi de receitas #porumageracaomaissaudavel

Por: Mayra A.

Baixe e imprima nosso Gibi de receitas!

Queremos ver todos os pequenos na cozinha nessas férias, eles vão de deliciar com as receitinhas, pensadas especialmente para eles. Isso sem falar na linguagem lúdica, que transforma a atividade numa divertida aventura.

A idéia do Gibi #porumageracaomaissaudavel é adaptar o tradicional livro de culinária para a linguagem infantil, para incentivar as crianças a se envolverem ativamente no processo da alimentação, construindo bons hábitos alimentares desde a infância.

#pequenosnacozinha #porumageracaomaissaudavel

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Dia das crianças

Por: Equipe Mayra A.

Feliz dia das crianças com uma homenagem a todos que já cozinharam com a gente…
Manu e João do quadro “Meu filho não come” do Bem Estar, a todos os pequenos que participaram do Criança Esperança, aos que foram ao programa Papo de Mãe, aos pequenos do projeto de educação alimentar Escolinha Walita de Heliópolis, aos que foram conhecer a nossa casinha, aos que provaram os sucos da nossa Mini Banca, aos que participaram das nossas Oficinas de Frutas, aos que jogaram nossos jogos educativos, e para os meus filhos, que cozinham comigo todas as noites! Continuem nos acompanhando, teremos sempre novidades deliciosas para vocês! #porumageracaomaissaudavel #pequenosnacozinha

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Influenciado pela cor?

Por: Mayra A.

Você sabia que existe todo um estudo por trás da cor das embalagens dos produtos?
Adorei esta matéria que lí no TheKitchn e resolvi compartilhar com vocês aqui!

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Os marketeiros e designers de embalagens sabem que a cor ajuda a influenciar as nossas escolhas alimentares. Conheça as mensagens que as cores transmitem:

Vermelho: “Sou apetitoso!”

Vermelho é usado universalmente no marketing alimentar. Vermelho é uma cor que chama a atenção, estimula a memória emocional e desperta fome. Vermelho está presente em um enorme número de embalagens de alimentos.

Amarelho: “Me coma e ficará feliz!”

Amarelo é outra cor muito comum no marketing alimentar. É considerada a cor mais “feliz” pois o nosso cérebro libera serotonina ao enxergá-la. Amarelo portanto é uma cor muito usada em marcas em geral, por conta da sensação de bem estar que é associada.

Verde: “Sou natural e saudável!”

Com a onda sustentável e ecológica atual, o verde passou a fazer parte de embalagens e rótulos com uma pegada mais saudável.

Laranja: “Me coma e ficará satisfeito!”

O laranja muitas vezes está associado a cor marrom no marketing alimentar para passar a mensagem de alimentos energéticos, que deixam as pessoas satisfeitas.

Azul: “Você não irá me esquecer!”

Apesar de não existirem alimentos naturalmente azuis e a cor azul atuar no nosso cérebro como um redutor de apetie, existem diversos salgadinhos e biscoitos que usam a cor azul em suas embalagens, por ser uma cor primária que atrai as crianças.

Influenciado pela cor?

Até 90% das pessoas julga as embalagens dos alimentos pela cor, e isso influencia as suas escolhas. Agora que você já conhece as “táticas de marketing” fique atento aos seus primeiros reflexos e não escolha por impulso antes de ler os rótulos!

Um abraço e bom apetite 🙂

 


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Envolver os filhos na escolha da comida melhora a alimentação deles

Por: Mayra A.

Tivemos o enorme prazer de participar do especial Criança Esperança no Programa Bem Estar, TV Globo.
Recebemos 4 crianças com dificuldades alimentares para passar uma gostosa tarde aqui na nossa casinha e o resultado você pode conferir nas fotos + vídeo abaixo!
Pudemos ver na prática que o envolvimento da criança, através do apelo lúdico e do fortalecimento do vínculo afetivo, é determinante para o sucesso da alimentação infantil. Ficamos muito satisfeitas com o resultado 🙂

Vídeo: Envolver os filhos na escolha da comida melhora a alimentação deles

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Jogos Educativos

Por: Mayra A.

O maior objetivo do nosso trabalho é melhorar a alimentação dos pequenos, envolvendo-os no processo da alimentação de uma maneira divertida e que fortaleça os vínculos familiares.
Para tanto, criamos mais duas iniciativas: “Desafio do Prato” e “O que temos para hoje?” que foram concebidos para ajudar as famílias na prática, neste assunto tão importante e impactante na saúde, que é a educação alimentar das crianças.
“Desafio do Prato” é um jogo de cartas que leva as crianças a aprenderem a se alimentar bem, brincando!
“O que temos para hoje” é um cardápio interativo, magnético, que busca atrair as crianças para a escolha do cardápio semanal equilibrado.

Ambos os jogos estão a venda aqui na nossa LOJA 🙂

Abaixo os depoimentos de mães que já usaram os jogos:
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“Meus dois filhos Luana (10 anos) e Filipe (4 anos) almoçam juntos todos os dias. Nunca deram trabalho para comer, mas não se envolviam com o momento da alimentação, não prestavam atenção no que estavam comendo. Depois que conheceram os joguinhos – O Desafio do Prato e O que temos para hoje? – o momento do almoço virou uma competição do bem, eles fazem questão de comer todos os grupos de alimentos, querem saber o que será servido e um irmão não aceita ficar com menos cartas do que o outro! Com a brincadeira estão comendo melhor e aprendendo a importância de uma alimentação saudável e equilibrada. A Mayra teve muita habilidade ao criar estes jogos, fiquei impressionada com o ótimo resultado!” Gabriela

“Hoje tivemos jogo do prato com a turminha! O melhor são os argumentos para decidir quem ganhou!” #alimentacaoinfantil #jogodoprato por @jouerofficielle

“Apresentando para Miguel os jogos “O desafio do prato” (com objetivo das crianças aprenderem a se alimentar bem) e “o que temos para hoje” (cardápio interativo para atrair as crianças na escolha de pratos equilibrados) desenvolvidos pela Mayra Abucham. Acho que por aqui será um sucesso! Ele está super envolvido com a explicação! Depois conto mais!!! A ideia é sensacional, fica a dica!” por @maesamigas


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#pequenosnacozinha

Por: Mayra A.

Esta semana recebemos duas mães queridas com seus pequenos para cozinhar aqui na nossa casinha 🙂
Fizemos Petit Suisse caseiro, Barrinha de Cereais e Cookies de Aveia.
Foi uma tarde muito divertida, que promoveu uma gostosa interação entre mães e filhos de uma maneira divertida e deliciosa! Isso sem falar da interação com a nossa equipe, que ficou babando nos pequenos!

Abaixo algumas fotos deste momento, para que vocês possam repetir em casa, ou mesmo marcar uma vinda aqui à nossa casinha com a sua família!

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Crianças francesas comem!

Por: Mayra A.

A-M-E-I esta entrevista que a Danielle Barg fez com a Karen Le Billon, autora do comentadíssimo livro “Crianças Francesas comem de tudo” que está dando o que falar, principalmente pela posição da autora, que condena os snacks fora de hora.
Eu particularmente concordo com ela nesta questão. Como querer que as crianças comam uma refeição principal balanceada e completa, se “beliscaram” algo há meia hora atrás?
Segue a matéria abaixo, na íntegra. Fonte: Saúde Terra – Blog Marmiteira

Eu não tenho filhos, então não sei ao certo o que me levou a olhar para este livro e me interessar. O que eu sei é que a partir do momento que li a primeira página de Crianças Francesas Comem de Tudo (editora Alaúde), entendi que não se tratava apenas de um livro sobre crianças: na verdade, ele fala sobre a relação do ser humano com a comida.
A autora, a canadense Karen Le Billon, conta de uma maneira muito leve, mas ao mesmo tempo bastante instrutiva, sobre a temporada que viveu na França e viu todas as suas crenças relacionadas ao ato de comer serem testadas.
Quando se trata de abandonar hábitos alimentares antigos, vejo muita gente apegada a frases como: “se eu comi sempre errado, não é agora que vou mudar”; “não tenho tempo para cozinhar”; “nunca gostei de frutas”; e por aí vai. Quando se tem filho, todas estas certezas acabam respingando neles.
E é aí que começa um ciclo sem fim de concessões, exclusão de diversos vegetais do cardápio e, na mesma proporção, a inclusão dos industrializados, que são bonitinhos, têm um sabor que engana o cérebro e, além de tudo, sáo práticos: a palavra mágica para quem não tem tempo para ir para a cozinha.
O interessante deste livro é que a própria Karen pensava assim – se identificava muito com a cultura americana, do consumo rápido, pouco saudável e artificial. Mas quando viu que as crianças francesas, de fato, comiam de tudo, encarou o desafio de criar uma nova relação com a “comida de verdade”, que resultou em pratos mais saudáveis, saborosos e com pouca coisa industrializada – algo benéfico não só para as pequenas, mas para a família toda.
A seguir, uma pequena entrevista que fiz por e-mail com a autora.

Na sua opinião, o que falta para pais e mães alimentarem seus filhos bem?
Esta é uma boa questão, e também complicada. Na verdade este é o tema principal do meu novo livro, Getting to Yum [ainda sem título no Brasil, o livro será publicado em 2015 pela editora Alaúde]. Uma resposta simples é: os pais não têm tempo, dinheiro, habilidades e uma comunidade em que a alimentação saudável é priorizada. A pressão do marketing é outra questão difícil. Essa combinação faz com que seja um desafio alimentar as crianças bem, e também ensiná-los a amar os alimentos saudáveis.

Em São Paulo, minha cidade, uma das maiores reclamações dos pais é a falta de tempo: muitos acabam optando pela praticidade. Você teria como listar 5 dicas de ouro para quem vive este desafio?
1. Planeje com antecedência.
Faças sopas de vegetais no fim de semana e congele; elas são aquecidas facilmente para uma refeição. Existem muitas ideias simples de receitas no meu novo livro, a maior parte delas pode ser feitas em grande quantidade e em menos de dez minutos.
2. Cozinhe uma vez, coma duas. Se você está fazendo um prato demorado, faça duas porções. Refrigere ou congele a outra para comer outro dia.
3. Use uma panela de cozimento lento (ou ‘panela de barro’). Ela pode cozinhar algo lentamente ao longo do dia, e você terá uma deliciosa refeição a sua espera na hora do jantar.
4. Não cozinhe todas as refeições. Uma vez por semana, faça um piquenique em casa, com alimentos simples que não exigem muito preparo. Quando fazemos isso, comemos vegetais com molhos, saladas simples, pães deliciosos, pratos frios e frutas fatiadas. Você pode preparar muitas dessas coisas com antecedência, e então servir rapidamente quando chegar em casa.
5. Delegue! Peça que suas crianças ajudem na cozinha. A maioria das crianças com mais de 7 anos é capaz de cortar e misturar coisas. Eles também adoram comer a comida que eles mesmos cozinharam, então essa é uma ótima forma de conseguir que eles comam alimentos saudáveis, poupando-lhe tempo. As crianças mais novas podem fazer outras tarefas como guardar os talheres, colocar a mesa ou dobrar guardanapos. Eles têm um grande senso de realização.

Se eu preparo uma lancheira saudável para o meu filho, mas a maioria das outras mães não. Como convencê-lo a não comer alimentos industrializados?
Este é um problema enorme em muitos países! Muitos leitores decidiram mostrar o livro ao diretor da escola ou a um professor. Muitos relataram sucesso com o aconselhamento da escola aos pais. Muitas escolas, por exemplo, têm como política não permitir doces ou alimentos processados.
Na França, de acordo com o seu livro, as pessoas não sofrem com o hábito de ficar beliscando pequenos lanchinhos ao longo do dia. Quais são as principais dicas para os pais abolirem este costume e, por consequência, os filhos seguirem o exemplo?
Agende um “snack” por dia, e que não seja dentro de uma hora antes de uma refeição. Em outras palavras, as crianças comem quatro vezes por dia: três refeições e um lanche. A partir do momento que começam na escola (ou mesmo os mais novos, na França), isto é tudo que as crianças precisam. Limitando os snacks, você os motiva a comer mais dos alimentos saudáveis oferecidos nos momentos de refeição.
No Brasil, tende-se a se priorizar outros tipos de aprendizado antes da educação alimentar: uma segunda língua, ou um esporte, por exemplo. Você acha que com o crescente aumento dos índices de obesidade infantil na América do Sul, isso tende a mudar?
Os estudos sobre a “ciência do sabor” provam que a alimentação saudável precisa ser ensinada (assim como aprender a ler ou o treinamento no peniquinho). Aprender a comer bem é uma habilidade de longo prazo, tão importante quanto os esportes ou idiomas para a saúde como um todo e o desenvolvimento mental.
Os pais estão cada vez mais preocupados com isso, especialmente (embora não só por isso) por conta do aumento das taxas de obesidade. O aumento do interesse dos pais na alimentação saudável para crianças está em evidência de muitas formas: o crescente número de programas sobre alimentação infantil e os “menus saudáveis” oferecido nas cafeterias das escolas; assim como o interesse de alguns chefs importantes, como o Jamie Oliver.
A taxa de obesidade infantil nos Estados Unidos caiu pela primeira vez em muitas décadas, e parte disso é devido a uma alimentação mais saudável.

Outro hábito bastante comum no Brasil (assim como na América do Norte) é comer por razões emocionais, muitas vezes, para compensar alguma frustração ou o estresse. Como desassociar estas duas coisas, como fazem os franceses?
Comer é social, sensual e agradável, por isso temos associações emocionais. Então, sentir-se satisfeito em comer bem é uma coisa boa! Mas não devemos comer por motivos emocionais: por exemplo, alimentar uma criança cansada ou entediada ao invés de atender suas necessidades. Uma forma simples de evitar a compulsão é agendando os lanches e refeições. Se você tem uma agenda, e não oferece comida em outros momentos, então muitas das razões emocionais ligadas à comida serão eliminadas.

A cultura francesa é muito democrática quando o assunto é alimentação: diferentes classes sociais têm acesso ao mesmo tipo de comida. No Brasil, isso não acontece. Você acha que é possível fazer nossa própria “revolução alimentar”, mesmo sem o apoio do governo?
Esta é uma ótima pergunta. Alimentos naturais não processados são mais saudáveis do que os industrializados, então não é preciso muito dinheiro para comer de forma saudável. No entanto, a pobreza é um grande problema para muitas famílias.
A ironia trágica de muitas sociedades contemporâneas é que algumas crianças estão sub-alimentados (e sub-nutridos), enquanto que outros estão sobre-alimentados (e também sub-nutridos). Como mudar isso? Uma estratégia é mudar de atitude, valorizar os pratos tradicionais e a “comida de verdade”, ao invés dos alimentos industrializados.
Outra forma é mostrar solidariedade, abordando os principais desafios que as famílias enfrentam. Aqui no Canadá, nós temos programas de educação alimentar nas escolas (concentradas em áreas de baixa renda), por exemplo. Existe também uma tendência de jantares compartilhados ou troca de comida: famílias se encontram e comem juntas, economizando tempo e dinheiro e criando um senso de comunidade. Organizar um pequeno grupo de famílias para uma “cooperativa de alimentos”, a fim de comprar alimentos a granel (a preços mais baixos) também é uma ótima idéia.
Se isso não existe no Brasil, espero que as pessoas me contatem para fazer mais perguntas. Eu adoraria compartilhar ideias e dar alguns exemplos. Sei que o Brasil tem uma história longa e impressionante de democracia participativa e de envolvimento de comunidades. Também gostaria de ouvir sobre exemplos de brasileiros!

Karen Le Billon é defensora da “comida de verdade”

 


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Food Revolution Day

Por: Mayra A.

Jamie Oliver criou o Food Revolution Day para que pudéssemos valorizar a comida de verdade, preparada em casa, e incentivar as crianças a comerem melhor, criando toda uma geração mais consciente e saudável. A iniciativa já envolve 74 países.
A nossa equipe mostra pela primeira vez aqui, em homenagem à esta causa, sua Mini Banca de Frutas.
Acreditamos que iniciativas como esta irão reescrever a história da alimentação infantil!
Traga seu filho para conhecer nossa divertida mini banca, que faz seu debut dia 22/05 na feira Baby Bum, em parceria com o Sítio Boa Terra, pioneiro em fornecimento de alimentos orgânicos. Mais informações aqui.

#porumageracaomaissaudavel #pequenosnacozinha

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